Justinus Kerner - Foto www.wikipedia.org/

 

JUSTINUS KERNER

 

     Trinta anos antes de Kardec iniciar suas pesquisas sobre os fenômenos espíritas, o médico alemão Justinus Kerner teve a oportunidade de constatar inúmeros fatos espirituais, ocasionados pela mediunidade extraordinária de Frederica Hauffe.

     Sendo ele um estudioso do magnetismo, tomou para si o encargo de tratar Frederica em sua própria residência onde ela  permaneceu durante 4 anos.

   Todos os acontecimentos foram anotados, no que resultaram na obra "A Vidente de Prevorst", editada pela Editora Espírita O Clarim, de Matão SP. (http://www.oclarim.org/).

   Até hoje o nome de Justinus Kerner é lembrado com orgulho pelos habitantes da cidade de Weinsberg, situada a sudoeste da Alemanha. Ele além de médico, era também escritor e poeta. Sua casa, construída há quase 200 anos, hoje é um museu em sua homenagem.

   O interessante na obra em questão é que Justinus comprovou e atestou a existência do mundo espiritual, mas que por falta de condições não pôde seguir com suas pesquisas. Deve-se levar em conta que nas condições dele, pode-se considerar que fez muito, tendo em vista que naquela época (1825), residindo numa pequena localidade, falar em almas dos mortos que apareciam aos vivos, era uma temeridade.

   Assim, podemos afirmar que Justinus Kerner foi um dos predecessores de Allan Kardec e do Espiritismo, porque registrou com muita felicidade fatos mediúnicos que Kardec, mais tarde, viria a estudá-los e comprová-los cientificamente com profundidade.

  A Vidente de Prevorst, segundo as próprias palavras de Justinus, praticava a mais pura caridade: perdoava os seus caluniadores e recebia bem a todos, maus e bons. (Comentário do compilador).

O FENÔMENO DE PREVORST                                                                       VISÃO DOS ESPÍRITOS                                                                                                           INÍCIO

 AOS ESPÍRITOS CONSCIENTES DE SUA ETERNIDADE, A VIDA HUMANA É O INVERNO TRANSITÓRIO E A MORTE, A PRIMAVERA RIDENTE

   

 

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